Ao comentar o tema, o espanhol indicou que as conversas não estão sob pressão imediata. “Sim, sim. Alguns outros pilotos do grid estavam visitando Lawrence, mas não há urgência”, disse, em referência a Lawrence Stroll.
A indefinição acontece num momento de baixa competitividade da Aston Martin. Até aqui, a equipe ainda não conseguiu pontuar com outro piloto e dependeu exclusivamente de Alonso para registrar seus três pontos na temporada.
Regras de 2027 são fator central na escolha
Alonso explicou que sua permanência passa também pelo efeito que o regulamento de 2027 terá sobre a experiência ao volante. Esse ponto, segundo ele, deve pesar diretamente na decisão sobre seguir correndo ou assumir outro papel no próximo ano.
“Isso será a coisa mais importante para decidirmos juntos”, afirmou Alonso ao tratar do que vai orientar sua definição com a Aston Martin.
O piloto relacionou essa análise à forma como enxerga os carros atuais da categoria. Para ele, a sensação ao pilotar é um elemento relevante no momento de pensar a continuidade da carreira.
Crítica aos carros atuais entra na avaliação
Ao falar sobre o que considera importante para o futuro, Alonso fez uma avaliação negativa dos carros usados na atual temporada. “Os carros de hoje não são os melhores para pilotar e curtir”, afirmou.
A observação ajuda a explicar por que o impacto das regras de 2027 aparece como um ponto técnico importante na conversa. A decisão de Alonso não depende apenas de calendário ou de mercado, mas também de como os próximos carros vão se comportar e do quanto a experiência de pilotagem será atraente para ele.
Enquanto espera essa definição, a Aston Martin mantém o interesse em contar com Alonso em 2027, mesmo num cenário em que a equipe ainda soma só três pontos no campeonato, todos conquistados pelo próprio piloto.