O impacto causou danos pesados ao Puma e interrompeu uma tentativa clara de reduzir riscos ao longo do fim de semana. Depois da batida, Armstrong resumiu a frustração: “Eu já não sei mais o que fazer, porque estou tentando ser cuidadoso”.
Plano era completar o rally sem excessos
A postura mais cautelosa de Armstrong já aparecia desde a sexta-feira. Para os dois loops do dia, ele levou dois pneus sobressalentes, enquanto rivais de Rally1 escolheram carregar cinco. A escolha indicava uma prioridade maior em completar o rally de forma limpa do que em buscar uma configuração mais agressiva para o trecho.
Mesmo com essa estratégia, os problemas não desapareceram. Armstrong encerrou a sexta-feira na oitava colocação, mas ganhou terreno depois que Josh McErlean teve um furo no pneu traseiro esquerdo, o que promoveu o piloto da M-Sport ao sexto lugar.
Erro na manhã de sábado mudou a prova
A recuperação terminou cedo no sábado. Na oitava especial, Armstrong cometeu um erro que comprometeu o restante da participação: o Puma saiu de frente, atingiu um barranco e capotou. O tempo perdido no incidente foi de cerca de sete minutos, além do prejuízo técnico causado ao carro após a batida.
A descrição do acidente também ajuda a dimensionar o tipo de problema enfrentado. Não foi um toque leve ou uma escapada sem consequência: o carro tombou e ficou apoiado de lado, com danos significativos depois do impacto.
Armstrong ainda tentava seguir na disputa
Mesmo com o carro bastante avariado, Armstrong afirmou que ainda buscaria permanecer no rally caso isso fosse possível. “Está muito, muito difícil no momento. Vamos tentar continuar, se conseguirmos”, disse o piloto da M-Sport.