O acidente aconteceu nos primeiros 25 minutos da sessão. Com o impacto, parte da asa ficou presa na roda dianteira direita, e Hamilton passou a arrastar o carro na tentativa de retornar aos boxes. Pelo rádio, a Ferrari repetiu a instrução para que ele estacionasse o carro, enquanto o piloto contestou a ordem.
Hamilton respondeu à equipe: “Eu consigo voltar aos boxes para resolver o problema.” Do outro lado, a Ferrari determinou: “O piloto deve parar onde for mais seguro.”
Batida também danificou a barreira de proteção
A colisão foi frontal e atingiu o SF-26 quando ainda restavam pouco mais de 37 minutos para o fim do treino. Além dos danos no carro, a batida também afetou a barreira de proteção, fator que contribuiu para prolongar a paralisação da sessão.
No momento da interrupção, Charles Leclerc aparecia na liderança da tabela de tempos. Hamilton não completou o Treino Livre 3, embora ainda pudesse participar da classificação mais tarde.
Fim de semana já acumulava incidentes no novo circuito
O GP da Espanha marca a estreia de Madring no calendário da Fórmula 1, e o circuito já vinha registrando acidentes ao longo do fim de semana. A primeira bandeira vermelha da F1 no traçado saiu ainda na sexta-feira, durante o Treino Livre 2, quando Arvid Linblad bateu no muro de proteção sem sofrer ferimentos.
Antes mesmo das atividades da F1, o traçado já havia acumulado 11 bandeiras vermelhas em dois dias de testes da Fórmula 3. Hamilton chegava ao sábado depois de terminar o Treino Livre 1 em quarto e o Treino Livre 2 em terceiro.
































