A batida aconteceu na segunda volta do GP da Itália. Leclerc perdeu o controle da Ferrari SF-26 na entrada da Parabólica, e a colisão provocou a interrupção da corrida com bandeira vermelha. Após o impacto, ele foi encaminhado ao centro médico, onde os exames iniciais já não haviam apontado lesões graves.
Antes da liberação para a etapa seguinte, Leclerc já havia indicado que ainda precisaria passar por exames complementares. “Acho que ainda vou ter que passar por algumas verificações extras”, disse o piloto da Ferrari depois do acidente.
Ferrari preservou motor e câmbio do carro
Além da condição física de Leclerc, a Ferrari também avaliou os danos no carro depois da colisão em Monza. Segundo a apuração, o motor e o câmbio da SF-26 foram preservados, sem necessidade de substituição de componentes.
Esse ponto reduz o impacto esportivo do acidente na preparação do fim de semana seguinte, já que a equipe não precisará recorrer a novas peças nessas áreas do carro após a batida. A análise técnica foi feita depois de o carro retornar para inspeção, com foco nos efeitos do impacto sobre os principais sistemas mecânicos.
Leclerc apontou mudança na entrega de potência antes da perda de controle
Depois do acidente, Leclerc também relatou ter sentido uma diferença no comportamento do carro entre a primeira e a segunda volta da corrida em Monza. Segundo o piloto, houve uma alteração na entrega de potência pouco antes da escapada.
“Da primeira para a segunda volta, notei uma pequena diferença na entrega de potência”, afirmou Leclerc. A observação do piloto entrou no conjunto de informações avaliadas pela Ferrari após o acidente, ao lado da verificação dos danos na SF-26 e da constatação de que motor e câmbio não precisariam ser trocados.
































