Ao comentar a visita, Montoya resumiu a impressão com entusiasmo. “Inacreditável. Honestamente, eu costumo percorrer as pistas a pé”, disse. Em seguida, detalhou a sensação ao analisar o circuito: “De todas as pistas que visitamos neste ano, esta foi a primeira em que pensei: seria algo incrível”.
La Monumental aparece como um dos pontos mais marcantes
Entre os elementos mais chamativos do projeto está a curva La Monumental, com 550 metros de extensão e 24% de inclinação. O trecho se destaca dentro de um circuito que reúne 22 curvas em apenas 4,5 km, com sequência de mudanças de direção e setores em que o traçado cobra precisão alta dos pilotos.
Madring também tem curvas cegas com barreiras tanto na parte interna quanto na externa. Foi justamente esse tipo de característica que Montoya apontou como uma das mais exigentes da pista. “Se houver uma barreira ali, você precisa ser perfeito”, afirmou.
Traçado combina pouca margem para erro e exigência técnica
A descrição feita por Montoya indica um circuito em que o piloto precisará atacar pontos de entrada e tangência com pouco espaço para correção. Em curvas cegas cercadas por barreiras, a referência visual fica mais limitada e o erro tende a ter custo imediato, sobretudo em um traçado relativamente curto e com alta concentração de curvas.
O conjunto formado por La Monumental, pelas curvas cegas e pelas barreiras próximas transforma Madring em uma pista de execução precisa, em vez de um traçado apoiado apenas em velocidade de reta. Foi esse perfil que levou Montoya a destacar o circuito de forma diferente em relação aos demais que visitou ao longo do ano.
Entre as informações ligadas ao contexto recente da Fórmula 1, Kimi Antonelli venceu o GP da Itália depois de largar do fim do grid.