Apesar do resultado forte na bandeirada, o piloto somou apenas um ponto de estágio nas duas primeiras partes da corrida. Isso limitou o ganho de pontuação ao longo da prova e ajudou a explicar por que o segundo lugar não foi suficiente para evitar a perda de duas posições na tabela.
Ao comentar a formação do grid, Gibbs reclamou do método adotado. “Eles usaram uma métrica meio esquisita”, disse o piloto. Depois, acrescentou: “Tomara que a gente consiga corrigir isso da próxima vez”.
Resultado de Daytona teve peso maior na definição do grid
Com o cancelamento do Treino Livre e da classificação, a NASCAR recorreu a uma média ponderada para determinar as posições de largada em Darlington. A fórmula usou 30% da colocação dos proprietários no campeonato e 70% do resultado do carro na corrida mais recente.
Foi justamente esse segundo fator que pesou contra Gibbs. O carro da Joe Gibbs Racing havia terminado apenas em 34º na corrida anterior, em Daytona, e esse resultado afetou diretamente a posição de largada para Darlington. Como a maior parte da conta vinha da prova mais recente, o desempenho ruim anterior teve influência maior do que a situação da equipe na tabela dos proprietários.
Segundo lugar não evitou queda no Chase
O desfecho da corrida criou um contraste para Gibbs: ele garantiu um dos melhores resultados do dia, mas não conseguiu transformar isso em avanço no campeonato. A perda de terreno nos estágios iniciais teve impacto imediato, já que a pontuação distribuída antes da chegada final também conta para a classificação do Chase.
A crítica do piloto veio dentro desse contexto. Sem sessões de pista para ordenar o pelotão por desempenho em Darlington, o grid foi definido por um cálculo que dependia majoritariamente da corrida anterior. No caso de Gibbs, o 34º lugar em Daytona teve peso suficiente para complicar sua posição de saída, mesmo antes de ele conquistar o segundo lugar na corrida.