“Estou feliz com a corrida. Terminar em quarto foi um bom resultado para nós hoje”, afirmou Norris. A avaliação veio após uma prova em que ele conseguiu voltar à disputa ao longo das voltas finais e transformar um cenário mais complicado em um resultado de peso para a McLaren.
Velocidade nas retas entrou no centro da avaliação
Norris apontou que uma das principais fraquezas da McLaren apareceu justamente em um dos pontos mais sensíveis da pista: as retas. Segundo ele, a equipe teve desvantagem nesse aspecto, além de uma falta de desempenho mais ampla ao longo do fim de semana, em corrida e classificação.
“Está claro que não estamos onde precisamos estar”, disse o piloto da McLaren. A leitura dele é que o quarto lugar foi construído apesar dessas dificuldades, e não como sinal de que os problemas já tenham sido resolvidos.
O contexto técnico citado por Norris ajuda a explicar a frustração parcial com o resultado: em uma pista em que a eficiência nas retas pesa diretamente nas disputas de posição, a perda de velocidade dificultou a vida da McLaren em comparação com rivais diretos.
Recuperação na segunda metade teve vácuo como fator decisivo
Na parte final da prova, Norris conseguiu reagir e destacou que o uso do vácuo foi crucial para voltar à briga. Esse ganho ajudou o piloto a se recolocar em posição de disputar lugares mais altos e foi um dos elementos centrais da recuperação construída na segunda metade da corrida.
Norris também avaliou como satisfatórios os duelos travados com Lewis Hamilton e Oscar Piastri na última volta. Mesmo sem transformar a reação em pódio, ele considerou positiva a forma como conseguiu se manter competitivo no trecho decisivo da corrida.
Ao falar do momento da equipe, Norris lembrou que os resultados recentes não mudam a necessidade de evolução. “Mesmo com as duas vitórias recentes, ainda temos muito trabalho a fazer como equipe”, afirmou.