Perez resumiu a principal dificuldade da equipe ao afirmar que “estávamos perdendo muito tempo nas retas”. Ao mesmo tempo, o piloto indicou que o comportamento do carro em trechos de curva foi mais competitivo do que o resultado final sugere, com ritmo mais próximo ao dos adversários nesse tipo de setor.
Equipe espera novas peças para atacar principal limitação
Além do diagnóstico, a Cadillac trabalha com expectativa de evolução nas próximas etapas. Perez afirmou que “devemos ter algumas peças chegando para nos ajudar nas retas”, sem detalhar quais componentes serão usados. No contexto técnico da equipe, a prioridade está justamente em reduzir a desvantagem em reta, apontada como a principal limitação do pacote atual.
A avaliação interna é de que esse ponto ainda separa a Cadillac dos rivais de forma mais evidente do que o desempenho em curvas. A equipe também tem expectativa de melhorias com novos componentes e com o motor Ferrari, dentro da busca por ganho de performance.
Bottas cita ritmo melhor, mas teve prova prejudicada
Do outro lado da garagem, Bottas viu sinais um pouco mais animadores no ritmo de corrida. O piloto afirmou que “nosso ritmo de corrida pareceu um pouco melhor do que nos GPs anteriores” e destacou o primeiro trecho da prova como um dos aspectos positivos do fim de semana.
A corrida de Bottas, porém, perdeu força depois de um pit stop lento. Na sequência, o piloto ainda precisou lidar com bandeiras azuis, o que atrapalhou sua progressão e contribuiu para que ele terminasse logo atrás de Perez.
Budkowski valoriza chegada dos dois carros
Marcin Budkowski, chefe da Cadillac, destacou a importância operacional de completar a prova com os dois carros em um domingo desgastante. “Foi uma corrida quente e exigente, mas era importante levar os dois carros até o fim”, disse o dirigente.
Com Perez em 18º e Bottas em 19º, a equipe encerrou a etapa ainda na parte de trás do grid, mas levando da corrida uma indicação mais definida sobre onde concentrar as próximas atualizações.