O heptacampeão contou que a F40 era um carro que procurava havia tempo. “É um carro dos meus sonhos. Eu já estava atrás de uma havia algum tempo”, disse. Na mesma fala, explicou que a busca tinha um critério claro: “Eu queria encontrar o exemplar mais autêntico possível.”
A Ferrari ainda adicionou ao carro o número de corrida de Hamilton. O piloto afirmou também que nenhum piloto da equipe havia chegado a um GP guiando um modelo tão icônico quanto a F40, o que ajudou a transformar a entrada no paddock em um evento à parte.
Carro precisou passar por restauração antes de ser usado
Antes de aparecer em Monza, a F40 passou por restauração para voltar a rodar. Hamilton relatou que o carro tinha uma história particular: o antigo proprietário saiu de Maranello, dirigiu 69 quilômetros até em casa e nunca mais voltou a ligá-lo.
Ao contar como decidiu levar o modelo para o GP, Hamilton resumiu a ideia de forma direta: “Eu pensei: isso precisava acontecer.”
Outro detalhe citado pelo piloto foi o número 44 gravado no motor. Ao se deparar com a marcação, Hamilton reagiu: “Eu não acreditei, parece coisa do destino.”
F40 já tinha ligação com a chegada de Hamilton à Ferrari
A aparição em Monza reforçou uma conexão que já existia entre o carro e a trajetória recente do piloto na Ferrari. Foi justamente essa F40 que a equipe usou para anunciar a chegada de Hamilton em 2025, antes de o modelo ser restaurado para uso.
Hamilton também tem uma coleção extensa de carros raros, o que ajuda a explicar o peso da escolha de levar a F40 ao autódromo. O valor de mercado do modelo segue em alta: em abril, uma F40 com 1.799 quilômetros rodados foi vendida por 4,3 milhões de euros.