Bearman resumiu a fase da Haas com uma comparação ao histórico recente da própria equipe. “Agora, 2026 está mais parecido com o que vimos da Haas no passado”, afirmou. Ao falar especificamente das novidades previstas para o carro, o piloto disse que a expectativa interna está longe de ser de confiança total: “Estamos bem céticos em alguns aspectos”.
Komatsu confirma mudanças no VF-26
Ayao Komatsu, chefe de equipe da Haas e responsável pela condução técnica e esportiva do projeto, confirmou que o VF-26 receberá novas peças. Segundo ele, a equipe sabe que a margem para acompanhar os adversários hoje é pequena. “Para termos a menor chance de acompanhar os outros, tudo precisa sair perfeito”, declarou.
A fala de Komatsu vem depois de a própria Haas reconhecer que perdeu terreno na corrida de desenvolvimento ao longo de 2026. O cenário ajuda a explicar por que o pacote de Monza chega cercado de dúvidas dentro da própria equipe, ainda que seja tratado como uma tentativa concreta de reação no campeonato.
Jejum desde Mônaco aumenta peso da atualização
A sequência sem pontos desde junho aumentou a pressão por uma resposta imediata do VF-26. O contraste fica maior porque Bearman chegou a terminar em quinto lugar no GP da China, resultado que se transformou em exceção em uma temporada que passou a lembrar, nas palavras do piloto, fases mais difíceis da Haas.
Mesmo com a perda de competitividade ao longo do ano, Komatsu indicou que a equipe não pretende abandonar o desenvolvimento do carro atual. “Desistir do carro de 2026 não é uma opção para a equipe”, afirmou o chefe da Haas.