A sequência acontece em uma temporada em que a Red Bull aparece apenas como quarta força do campeonato. No momento, a equipe está atrás de Ferrari, McLaren e Mercedes, cenário que ajuda a explicar o jejum de resultados de Verstappen em 2026.
Sequência atual só perde para o jejum entre 2016 e 2017
Até aqui, o período sem vitórias é o segundo mais longo de Verstappen na categoria. A maior seca da carreira do piloto foi registrada entre 2016 e 2017, quando ele passou 30 corridas sem vencer.
O contraste com aquela fase é que o atual jejum já vem acompanhado de uma perda mais clara de competitividade da Red Bull no campeonato. Sem o carro em condição de disputar vitórias com regularidade, Verstappen deixou de repetir a frequência de triunfos que marcou suas temporadas mais fortes nos últimos anos.
Ao comentar o momento da equipe, o próprio Verstappen cobrou uma reação. “A Red Bull precisa trabalhar para mudar essa situação o mais rápido possível”, afirmou.
Momento da pista convive com vínculo já definido até 2030
Mesmo em meio à sequência sem vitórias, Verstappen já assegurou sua permanência na Red Bull até 2030. O acordo mantém o piloto vinculado à equipe em um momento em que Ferrari, McLaren e Mercedes aparecem à frente na disputa esportiva.
A marca de 12 finais de semana sem vitória começou depois do triunfo em Abu Dhabi, no encerramento de 2025, e se tornou a referência mais longa de jejum do piloto desde os 30 GPs sem vencer entre 2016 e 2017.
Com a Red Bull em quarto lugar na ordem de forças do campeonato, a reação pedida por Verstappen passa por recuperar terreno justamente para as três equipes que hoje estão à frente: Ferrari, McLaren e Mercedes.