A explicação foi dada por Ayao Komatsu, chefe da Haas e responsável pelas decisões sobre os pilotos. “A decisão foi puramente profissional”, afirmou. Ao detalhar o processo, Komatsu indicou que a avaliação interna considerou vantagens e desvantagens antes de bater o martelo. “Sempre há prós e contras”, disse.
Comparação de desempenho entrou na avaliação da equipe
Entre os elementos citados no cenário da escolha está o desempenho de Hirakawa na comparação interna da Haas. Segundo os números apresentados, o japonês teve uma performance média sete décimos mais lenta que Oliver Bearman.
Hirakawa também marcou um ponto no GP do México, mas esse resultado só foi confirmado após três punições pós-corrida aplicadas a rivais. Além disso, ele participa neste fim de semana da final do WEC em Monza, outro fator presente no contexto da definição feita pela Haas.
Komatsu também citou o que viu de Câmara em testes anteriores como parte da análise. “O que vi em Portimão foi impressionante”, afirmou o chefe da equipe ao comentar a escolha do brasileiro para o carro no fim de semana.
Câmara chega à F1 já vinculado à Haas para 2027
A estreia acontece em um momento em que Câmara lidera o campeonato da F2 e já tem contrato com a Haas para a temporada de 2027. A participação do brasileiro no GP de São Paulo, portanto, ocorre com um vínculo já estabelecido entre piloto e equipe.
No lado de Hirakawa, o contexto inclui também um recuo de espaço dentro da Haas após um desentendimento com a equipe. Ao comentar a conversa sobre a definição do piloto para o GP de São Paulo, Komatsu repetiu a mesma linha adotada na explicação pública: “Foi uma decisão totalmente profissional.”































