O precedente mais recente de uma troca desse tipo sem relação com problema de saúde remonta a 2014. Naquele ano, Max Chilton foi substituído por Alex Rossi na Marussia para o Treino Livre 1 na Bélgica, em uma decisão ligada às dificuldades financeiras enfrentadas pela equipe naquele momento.
Troca no México recoloca caso raro no histórico recente
A entrada de Hirakawa no México recoloca em evidência um movimento pouco usual na Fórmula 1 moderna. Mudanças de piloto no meio do fim de semana costumam acontecer em situações excepcionais, e o episódio mais próximo no tempo seguia sendo o da Marussia com Chilton e Rossi.
No caso de 2014, a troca não foi motivada por lesão ou indisposição física do titular, mas pelo contexto financeiro vivido pela equipe. Isso faz com que o episódio sirva como referência direta para dimensionar o caráter fora do padrão da estreia de Hirakawa no México.
Lauda também integra lista curta de mudanças abruptas
Outro caso lembrado entre mudanças inesperadas durante um fim de semana de corrida é ainda mais antigo. Em 1979, Niki Lauda se aposentou de forma abrupta durante os treinos em Montreal, encerrando imediatamente sua participação na categoria naquele momento.
Lauda comunicou sua decisão a Bernie Ecclestone, em um dos episódios mais marcantes de ruptura repentina já registrados em um fim de semana de Fórmula 1. A estreia de Hirakawa no México não tem o mesmo contexto, mas passa a integrar esse grupo restrito de alterações feitas depois de o evento já estar em andamento.
Entre os casos citados, o de Chilton e Rossi seguia como o exemplo mais recente até a aparição de Hirakawa no México, enquanto o episódio de Lauda permanece como uma das mudanças mais abruptas já ocorridas durante treinos de um GP.

























