Pérez já renovou contrato até 2029, o que concentra a discussão na outra vaga do time para 2027. A avaliação em torno de Bottas e Herta acontece em meio ao desenho de médio prazo da Cadillac na F1, com a GM defendendo uma composição diferente para os próximos anos e parte da estrutura apontando a continuidade como fator de estabilidade.
GM defende Herta; parte da equipe quer manter Bottas
A preferência da General Motors por Herta coloca o piloto como o nome mais forte no lado da fabricante para acompanhar Pérez. Do outro lado, o argumento a favor de Bottas é a manutenção de continuidade e estabilidade dentro do programa, sem uma mudança completa na formação.
Esse debate ganha peso porque a GM não participa apenas da escolha de pilotos: ela lidera o projeto da Cadillac na Fórmula 1. Por isso, a indicação por Herta não é tratada como um movimento isolado, mas como parte da definição esportiva da equipe para a fase seguinte da operação.
Ao mesmo tempo, a defesa da permanência de Bottas tem relação com o valor atribuído à experiência e à manutenção de referências já conhecidas dentro do time. Com Pérez garantido por mais tempo, a escolha do companheiro passa a envolver não só desempenho, mas também o tipo de transição que a Cadillac pretende fazer até o fim da década.
Definição de pilotos acontece com foco também em 2029
A discussão sobre a vaga de 2027 ocorre enquanto a Cadillac projeta um passo importante para 2029, temporada em que deve se tornar fornecedora de motores. Esse cronograma ajuda a explicar por que há visões distintas entre apostar em uma nova formação desde já ou preservar uma base considerada mais estável.
Além de Bottas e Herta, outros nomes também foram mencionados entre as opções analisadas pela Cadillac. Esteban Ocon e Yuki Tsunoda aparecem no radar da equipe como alternativas para completar a dupla ao lado de Pérez.