Lawson vive um cenário de futuro indefinido mesmo sendo, hoje, o único piloto da Racing Bulls nessa condição para 2027. Ele somou 63 dos 77 pontos da equipe no ano e marcou pontos em 11 dos 18 GPs disputados em 2026.
Crítica à troca ganha força pelos números de Lawson
Ao comentar a possibilidade de promoção de Tsolov, Chandhok foi direto ao contestar o argumento esportivo para a mudança. “Eu simplesmente não vejo como eles podem ter dados que sugiram que Tsolov é uma opção melhor do que Liam”, disse o ex-piloto de F1.
Chandhok foi além e classificou a hipótese de demissão como desproporcional ao que Lawson entregou até aqui. “Se Liam Lawson perder esse assento, será uma das dispensas mais injustas da Fórmula 1”, afirmou.
Os números da temporada ajudam a explicar a reação. Além de concentrar a maior parte dos pontos da Racing Bulls em 2026, Lawson aparece ao lado de Arvid Lindblad entre os pilotos com uma das melhores marcas de pontuação em uma temporada pela equipe.
Red Bull tem peso decisivo no mercado de 2027
A discussão acontece em meio a um mercado ainda aberto para 2027, com a Red Bull controlando dois dos três assentos finais ainda disponíveis na Fórmula 1 por meio da Racing Bulls. Nesse contexto, Chadwick questionou se a equipe realmente precisa apostar em uma troca agora.
“A Red Bull precisa assumir esse risco? Eles ainda têm uma opção sobre Nikolas Tsolov para o ano que vem?”, disse a tricampeã da W Series, em análise sobre a situação dos dois pilotos.
Enquanto isso, o estafe de Lawson já fez contato com a Cadillac sobre uma possível vaga no lugar de Valtteri Bottas, movimento que amplia as alternativas do piloto caso a Racing Bulls decida seguir em outra direção para 2027.