O tema ganhou força depois da insatisfação de Kimi Antonelli com retardatários durante sua vitória no GP dos Estados Unidos. Pela regra da Fórmula 1, o piloto que recebe bandeiras azuis precisa facilitar a ultrapassagem dentro de três postos de comissários. Se isso não acontecer, pode haver punição.
Sainz, que defendeu a Ferrari entre 2021 e 2024, disse que a visão muda bastante quando o piloto passa a viver o outro lado da situação. “Agora estou sendo dobrado, e posso te dizer: não é fácil”, afirmou. Em outro momento, resumiu a dificuldade de quem tenta cumprir a regra sem comprometer totalmente a própria corrida: “Estamos fazendo o melhor que podemos.”
Regra exige passagem rápida, mas Sainz relata dificuldade na pista
A cobrança por agilidade na liberação da trajetória é direta no regulamento esportivo, mas Sainz indicou que a execução nem sempre é simples dentro da corrida. A avaliação dele é que há circunstâncias em que o piloto alcançado precisa administrar o momento de ceder espaço sem criar um problema ainda maior para si mesmo.
Essa leitura vem no momento em que a Williams atravessa uma fase difícil. Sainz reconheceu que a equipe tem encontrado muitas barreiras para entrar na zona de pontos e tratou o cenário atual de forma direta: “Está muito complicado agora; é preciso um milagre para pontuar.”
Williams busca reação e Sainz cita Baku e Singapura como referência
Mesmo com o diagnóstico duro sobre o momento da equipe, Sainz ainda vê possibilidade de a Williams voltar a ser mais competitiva em etapas específicas. O piloto disse esperar mais chances de pontuar no GP do México, embora sem esconder o tamanho da dificuldade enfrentada pela equipe neste momento.
Ao citar fins de semana em que a Williams conseguiu render melhor, Sainz apontou Singapura e Baku como referências recentes de competitividade. Sobre o resultado obtido em uma dessas etapas, ele afirmou: “Acho que esses resultados valorizam o que fizemos em Baku.”
































