O planejamento foi confirmado por Andrea Stella, chefe da McLaren, ao indicar que o carro terá poucas novidades na próxima etapa e um pacote mais relevante nas corridas seguintes. “Ainda teremos mais algumas novidades”, afirmou. Depois, detalhou o cronograma: “No México, não haverá muita coisa, mas teremos algumas atualizações no Brasil e em Las Vegas.”
A programação mostra uma abordagem escalonada para o desenvolvimento do MCL40. Em vez de levar um pacote amplo imediatamente, a McLaren deve seguir com mudanças mais discretas no curto prazo, deixando as intervenções mais significativas para as duas etapas seguintes.
Últimas mudanças apareceram nos dutos de freio em Baku
Antes desse novo pacote, a atualização técnica mais recente citada pela equipe foi a introdução de mudanças nos dutos de freio em Baku. Agora, a expectativa interna é de que os próximos itens tenham efeito mais perceptível no desempenho geral do carro.
Stella vinculou esse plano ao objetivo esportivo da equipe nas corridas finais do campeonato. “Esperamos que isso nos ajude a estar consistentemente na disputa por pódios”, disse o chefe da McLaren.
Jejum de pódios aumentou a pressão na reta final
O momento atual da McLaren contrasta com passagens mais fortes da própria temporada. Lando Norris venceu em Zandvoort e dominou o GP da Hungria, resultados que colocaram a equipe em condição mais competitiva ao longo do ano.
Desde o terceiro lugar de Norris em Madri, porém, a McLaren não voltou ao pódio. A sequência coincidiu com a perda de terreno na classificação e com a queda para o quarto lugar, cenário que levou a equipe a mirar Brasil e Las Vegas como etapas-chave para tentar recuperar presença constante nas primeiras posições.
Até lá, a tendência é de um fim de semana com poucas alterações no carro, antes da chegada do pacote mais robusto previsto por Stella para as provas seguintes.
































