O resultado em Austin também manteve Leclerc próximo de rivais diretos no Mundial de Pilotos. O piloto da Ferrari soma 233 pontos e aparece em quinto, atrás de George Russell, que tem 242, Lewis Hamilton, com 241, e Max Verstappen, com 236. Leclerc já alcançou 56 pódios na carreira.
Ao chegar para a etapa, o piloto resumiu o peso do resultado anterior e a necessidade de voltar a pontuar bem. “O pódio em Austin teve peso importante na minha contribuição para a Ferrari”, afirmou. Sobre a sequência da disputa, acrescentou: “Precisamos somar pontos suficientes para prolongar a briga.”
Altitude do México muda o comportamento dos carros
O fim de semana no México impõe um cenário técnico específico às equipes por causa da altitude superior a 2.200 metros. Com o ar menos denso, a eficiência aerodinâmica diminui, o que afeta o comportamento do carro ao longo da volta.
Essa condição também altera o funcionamento dos sistemas de refrigeração, outro ponto sensível para os acertos. Além disso, o traçado combina uma longa reta com setores que exigem estabilidade, conjunto que pode mudar o nível de competitividade entre as equipes de uma sessão para outra.
As características da pista entram como um fator relevante para a Ferrari em um momento de diferença apertada não só entre as equipes, mas também entre os pilotos na classificação. Leclerc está a nove pontos de Russell, a oito de Hamilton e a três de Verstappen.
Ferrari terá três Treinos Livres antes da classificação
A Ferrari terá três sessões de Treino Livre para trabalhar o acerto do carro antes da classificação, etapa especialmente importante em um circuito com exigências aerodinâmicas e de refrigeração fora do padrão do restante da temporada.
Para Leclerc, a necessidade imediata é transformar o desempenho do fim de semana em pontos. A Ferrari tenta reduzir a distância para a Mercedes entre os construtores, enquanto o piloto busca ganhar posições em uma faixa do campeonato em que quatro nomes estão separados por apenas nove pontos.
































