“Acho que vai ser bom. É um evento histórico para o nosso país e para Barcelona”, afirmou Alonso. Em seguida, acrescentou: “É por isso que Barcelona é fundamental para o automobilismo na Espanha.”
A confirmação recoloca a Indy na Europa pela primeira vez desde 2007, quando a categoria correu em Assen, nos Países Baixos. Também será a primeira prova da Indy fora da América do Norte desde 2013, ano da corrida disputada no circuito de rua de São Paulo.
Alonso cita impacto financeiro das viagens
Ao comentar a expansão internacional, Alonso apontou o custo logístico como ponto de atenção. “Um dos fatores que mais prejudicam pilotos e equipes na F1 é o custo”, disse o espanhol.
Na sequência, ele defendeu que a base do campeonato siga concentrada no mercado americano: “Acho que eles precisam mantê-la, de alguma forma, nos Estados Unidos.”
A observação de Alonso surge no momento em que a Indy confirma um movimento raro em sua agenda recente. Desde a visita a Assen, em 2007, a categoria não voltava ao continente europeu. E, desde a etapa de São Paulo, em 2013, o calendário não tinha mais corridas fora da América do Norte.
Calendário de 2027 já tem abertura definida
A temporada 2027 da Indy vai começar entre 5 e 7 de março, com o GP de St. Pete. Barcelona passa a integrar esse calendário de retorno da categoria, agora com uma etapa assegurada por mais de uma temporada.
O acordo plurianual com Barcelona garante que a prova não será uma aparição isolada no calendário. A confirmação estabelece a volta da Indy ao mercado europeu depois de quase duas décadas e marca a primeira investida internacional da categoria desde a corrida realizada em São Paulo, em 2013.