O episódio ocorreu quando o VSC foi acionado após o abandono de Valtteri Bottas. Nesse tipo de neutralização, usado em situações de emergência, os carros seguem na pista sem a entrada do safety car, mas os pilotos precisam respeitar um delta de tempo imposto pela direção de prova.
Foi justamente nesse momento que o sistema de alerta entrou em ação no carro de Lawson. Segundo o piloto, a primeira reação foi de preocupação imediata. “Achei que estava em situação irregular”, afirmou.
Alarme soou enquanto Lawson tentava administrar o ritmo
Além do temor de uma possível infração durante o VSC, Lawson descreveu o impacto prático do aviso dentro do carro. O alarme de velocidade é acionado quando o piloto está acima do delta permitido, e a repetição do som passou a interferir diretamente na condução naquele trecho da corrida.
“Os avisos continuavam soando no meu ouvido, o que era extremamente distrativo”, disse Lawson sobre a sequência de alertas.
A combinação entre a necessidade de controlar o ritmo e o som constante no cockpit transformou a neutralização em um dos momentos mais delicados da prova para o piloto da Racing Bulls. Mesmo assim, ele conseguiu completar a corrida entre os dez primeiros.
Como funciona o controle de velocidade no VSC
No VSC, a referência principal para os pilotos não é apenas a posição na pista, mas o cumprimento do delta de tempo estabelecido. Quando o carro excede esse parâmetro, o sistema pode emitir um alarme para indicar que a velocidade está acima do nível permitido naquele setor ou naquele momento da neutralização.
No caso de Lawson, o alerta surgiu depois da interrupção provocada pelo abandono de Bottas. Apesar da preocupação relatada pelo piloto durante a prova, ele levou a Racing Bulls à nona posição no GP dos Estados Unidos.
































