Até agora, o melhor resultado da Aston Martin no campeonato foi o oitavo lugar de Fernando Alonso no GP do Bahrein. O desempenho abaixo da expectativa ajuda a explicar a avaliação feita por Newey sobre o estágio atual do trabalho com a fabricante japonesa, que voltou à Fórmula 1 com a equipe neste início de ciclo.
Newey cita frustração com o progresso do projeto
Newey, desenvolvedor principal da Aston Martin e um dos nomes centrais da área técnica do projeto, tratou a insatisfação como uma percepção sobre a evolução do conjunto até aqui. “Acho justo dizer que a Honda provavelmente ficou um pouco decepcionada com o nível de progresso”, afirmou.
A declaração se refere a uma parceria iniciada justamente no ano em que a categoria passou a operar com o novo regulamento de motores. Nesse contexto, o desenvolvimento da unidade de potência e a adaptação entre fabricante e equipe ganharam peso ainda maior no começo da temporada.
Foco das duas empresas segue voltado à evolução
Mesmo com o início aquém do esperado, Newey indicou que a perspectiva da Aston Martin e da Honda está concentrada na continuidade do projeto. “O futuro é, obviamente, o que importa para as duas empresas”, disse.
Além de apontar a necessidade de progresso, o dirigente técnico também afirmou que a Honda tem base para reagir ao longo deste ciclo. “A Honda tem muitas pessoas boas e, agora, bons processos implementados”, declarou Newey.
A combinação entre resultados ainda modestos e a entrada do novo regulamento de motores faz de 2026 um período de construção para a parceria. No momento, o melhor desempenho registrado pela Aston Martin segue sendo o oitavo lugar de Alonso no Bahrein, enquanto a equipe permanece na décima posição do campeonato, com a Cadillac logo atrás.