O histórico recente no traçado ajuda a explicar o tamanho do desafio. Na classificação para a Sprint de 2025, Bortoleto não registrou tempo válido e ficou em 20º no grid da prova curta. Mesmo largando no fim do pelotão, conseguiu avançar nove posições e fechou a Sprint em 11º, numa das reações mais consistentes do seu fim de semana.
Na definição do grid para a corrida principal, o brasileiro voltou a ter problemas e caiu ainda no Q1, com a marca de 1min34s125. No domingo, recebeu a bandeirada em 18º, uma volta atrás do vencedor Max Verstappen. O resultado contrastou com o desempenho do outro lado da garagem, já que Nico Hülkenberg terminou em 8º.
Pista exigente cobrou adaptação do brasileiro
Ao lembrar a etapa do ano passado, Bortoleto classificou Austin como um dos maiores desafios de sua temporada de estreia. Segundo o piloto, o desempenho abaixo do esperado passou por “a combinação das características da pista, das limitações de desempenho e do pouco tempo de preparação”.
O Circuito das Américas reúne curvas de alta, frenagens fortes e mudanças de elevação, um conjunto que exige precisão do carro e adaptação do piloto ao longo da volta. Um dos trechos mais delicados está na sequência entre as curvas 3 e 6, apontada como uma área de atenção especial no acerto e na confiança ao volante.
Temporada de 2026 também tem obstáculos para a Audi
Bortoleto volta aos Estados Unidos em um cenário ainda marcado por dificuldades mecânicas e de desempenho ao longo da temporada. Isso coloca mais peso sobre um fim de semana em que o brasileiro tenta transformar um circuito problemático em chance de recuperação.
A programação da etapa prevê a corrida no domingo, 25 de outubro, às 17h, no Circuito das Américas, em Austin.