A troca na Haas reduz as alternativas de Ocon para seguir no grid em tempo integral na próxima temporada. Ao mesmo tempo, a situação na Cadillac ganhou peso porque a equipe já não quer manter a atual dupla para o ano que vem, embora o cenário tenha nuances diferentes entre seus pilotos.
Cadillac surge como principal caminho, mas Bottas ainda tem contrato
Bottas é apontado como o nome mais vulnerável dentro da Cadillac, ainda que tenha contrato para 2027, fator que complica qualquer investida por sua vaga. A avaliação sobre a pressão em torno do finlandês ganhou força após relatos de que ele estaria com o lugar ameaçado para a próxima temporada.
Do outro lado da garagem, Sergio Perez aparece em posição mais sólida. O mexicano é tratado como aposta segura da Cadillac para 2027, mesmo sem ter marcado pontos em 2026. No mesmo recorte, Bottas também ainda não pontuou nesta temporada.
Marcin Budkowski, chefe da equipe Cadillac, comanda esse processo de definição da formação para 2027.
Perez ganha força, e Herta segue limitado pela superlicença
A disputa por espaço fica ainda mais apertada porque Colton Herta, outro nome citado no entorno da Cadillac, não tem pontos suficientes de superlicença para correr na Fórmula 1 neste momento. Isso reduz as alternativas imediatas da equipe e concentra a briga por uma vaga entre opções já mais viáveis no mercado.
Em comparação interna, Perez foi descrito como o mais rápido entre os dois pilotos da Cadillac nesta temporada: “Ele foi o mais rápido dos dois pilotos da Cadillac neste ano”. Esse cenário pesa a favor do mexicano na montagem da dupla de 2027.
Com Camara confirmado na Haas e poucas vagas claramente acessíveis no grid, a permanência de Ocon na Fórmula 1 em 2027 passa por uma mudança na Cadillac, especialmente se Bottas não conseguir sustentar seu lugar apesar do contrato já existente.