O problema foi comunicado por Antonelli ao engenheiro Peter Bonnington ainda durante a corrida. Ao comentar o caso, Wolff resumiu a incerteza da Mercedes: “Não sabemos o que era aquele líquido”. Na sequência, apontou a principal suspeita da equipe: “Suspeitamos que tenha sido a garrafa de bebida que falhou”.
A informação ajuda a explicar por que a Mercedes tratou o incidente com cautela ao longo da prova. Embora o vazamento tenha chamado atenção, a equipe não confirmou naquele momento uma origem mecânica mais grave. Antonelli seguiu na corrida e conseguiu levar o carro ao pódio, fechando o domingo em terceiro lugar.
Além do vazamento, Antonelli lidou com calor excessivo nos freios
O vazamento não foi o único contratempo no carro de Antonelli em Singapura. Wolff também relatou um problema ligado à temperatura dos freios durante a corrida. Segundo o dirigente, houve acúmulo de calor no sistema, o que afetou a resposta do pedal.
“Houve um acúmulo de calor nos freios”, disse Wolff. Dentro desse quadro, o pedal de freio ficou “longo”, situação que normalmente indica perda de consistência no acionamento e exige adaptação do piloto nas frenagens ao longo da prova.
Comunicação com Bonnington marcou a gestão do problema durante a prova
O vazamento foi repassado por Antonelli a Peter Bonnington, responsável pela engenharia de pista do piloto, e passou a fazer parte do gerenciamento da corrida volta a volta. A Mercedes, porém, não apresentou uma identificação definitiva do líquido ao fim da prova.
O incidente ocorreu neste domingo, 11 de outubro de 2026. Mesmo com o vazamento e com a dificuldade causada pelo calor nos freios, Antonelli completou a corrida em terceiro, enquanto a Mercedes saiu da prova ainda trabalhando com a hipótese de falha na garrafa de bebida como explicação para o líquido visto no carro.
































