A avaliação de Windsor se concentra justamente no tamanho do problema para a equipe quando os dois pilotos entram em rota de conflito em pista. Ao comentar o caso, ele resumiu: “É impossível administrar essa situação”.
Pedido em corrida e reação de Leclerc aumentaram a pressão interna
O ponto central da discussão foi a solicitação feita por Hamilton para que Leclerc cedesse posição durante a corrida. A manobra não aconteceu, e a reação posterior de Leclerc ampliou o peso do episódio dentro da Ferrari. Como os dois cruzaram a linha em sequência, em quarto e quinto, a disputa interna acabou se tornando o principal assunto em torno da equipe.
Sem entrar em detalhes extras sobre a comunicação de rádio ou sobre uma decisão da Ferrari, Windsor tratou o caso como um cenário especialmente delicado de conduzir por envolver dois pilotos de ponta no mesmo momento da equipe. A leitura dele foi de que a administração esportiva desse convívio se torna muito difícil quando a tensão aparece de forma aberta durante a prova.
Windsor cita Vasseur e lembra comparação com Sainz
Ao falar sobre quem poderia lidar com a situação, Windsor apontou diretamente Frédéric Vasseur. “A única pessoa capaz de administrar isso é Frédéric Vasseur”, afirmou.
Na mesma análise, Windsor também mencionou Carlos Sainz ao comparar formações recentes da Ferrari e o equilíbrio interno entre os pilotos. Segundo ele, “Carlos era rápido o suficiente para vencer quando tinha o seu dia”. A referência surgiu no contexto de uma discussão sobre desempenho e convivência entre companheiros dentro da equipe.
As declarações de Windsor vieram depois de uma corrida em que o pedido de Hamilton não foi atendido, Leclerc demonstrou irritação, e os dois terminaram separados por uma posição, com Hamilton em quarto e Leclerc em quinto.