No Treino Livre 1, Sainz foi o 19º colocado, enquanto Albon terminou em 22º. No Treino Livre 2, a ordem entre os dois se inverteu, mas a Williams seguiu no fim do grid: Albon ficou em 22º e Sainz novamente fechou a sessão em 19º. Ao longo do dia, os dois pilotos usaram pneus duros e médios.
Williams dividiu a sexta entre acerto do fim de semana e projeto futuro
O programa da equipe não esteve concentrado apenas no desempenho imediato em Austin. A Williams aproveitou os treinos de sexta para levantar informações com foco no carro de 2027, ao mesmo tempo em que lidava com limitações do modelo atual expostas pelas características do circuito.
Paul Williams, engenheiro-chefe de performance de pista da equipe e responsável pela estratégia de desenvolvimento, resumiu a abordagem adotada no dia: “Passamos a maior parte do dia aprendendo e olhando para o futuro.”
A escolha por usar as sessões para esse tipo de coleta de dados ajuda a explicar o perfil da sexta-feira da Williams, que não apareceu entre os tempos mais competitivos em nenhuma das duas atividades de pista.
Pilotos relatam dificuldades da equipe no circuito
Sainz afirmou que o desempenho abaixo da frente do pelotão não foi uma surpresa para a equipe. Segundo o piloto da Williams, “sabíamos que seria um circuito difícil para nós”.
Albon também indicou que o trabalho esteve longe de ser simples. O companheiro de Sainz resumiu a situação dizendo que “ainda há muito trabalho a fazer”, depois de um dia em que a equipe tentou conciliar a busca por acerto para o GP com um plano de desenvolvimento mais amplo.
Além do foco no carro de 2027, a sexta-feira mostrou que as características do circuito expuseram limitações do carro atual da Williams, fator citado no contexto técnico do trabalho realizado pela equipe ao longo do dia.