Verstappen terminou o TL1 a apenas 0s084 de Charles Leclerc, que liderou a sessão com 1min35s291. No TL2, o melhor tempo do piloto da Red Bull foi 1min35s480. Pela análise interna da equipe, o principal problema apareceu justamente no trecho em que o carro precisa girar e tracionar melhor em baixa velocidade.
Pierre Wache aponta setor mais crítico em Austin
Pierre Wache, diretor-técnico da Red Bull, afirmou que esse é o foco prioritário da equipe. “Precisamos focar principalmente no desempenho nas curvas lentas; essas curvas lentas são a chave para nós”, disse.
O traçado tem no terceiro setor a maior concentração de curvas de baixa velocidade, o que ajuda a explicar por que esse comportamento ganhou peso na análise da Red Bull. No TL2, os parciais de Verstappen foram de 25s571, 37s931 e 31s936.
Pista irregular também entra no diagnóstico da equipe
Além do comportamento do carro em baixa, a Red Bull também identificou a pista como um fator importante. “O circuito é extremamente ondulado, especialmente na freada da curva 1”, afirmou Wache.
O contexto técnico da equipe indica que o RB22 atualizado sofreu justamente nas curvas lentas, enquanto as ondulações do circuito aumentaram a dificuldade de acerto ao longo do dia.
Hadjar fecha TL2 no top 10 apesar de perder voltas
Do outro lado da garagem ampliada da Red Bull, Isack Hadjar terminou o TL2 em nono, com 1min36s411, mesmo depois de perder duas voltas por exceder os limites de pista. O piloto relatou dificuldades bem mais severas na sessão. “O carro estava impossível de guiar durante o TL2”, disse.
Verstappen chega ao fim da sexta-feira depois de vencer os dois GPs anteriores, na Malásia e em Singapura, ambos saindo da pole position.