Depois da prova, Albon resumiu o que considerou possível extrair do carro nas condições apresentadas pela Williams. “Passar os dois carros da Aston Martin e um da Haas era, realisticamente, o máximo que a gente poderia conseguir”, afirmou o piloto.
A avaliação foi compartilhada por James Vowles, chefe da Williams, ao comentar o desempenho da equipe ao longo do fim de semana. “Foi um dia muito complicado. Não temos ritmo aqui neste fim de semana”, disse.
Resultado expôs limites do carro e problema no assoalho
Os dois lados da corrida da Williams tiveram causas diferentes, mas igualmente negativas. No carro de Albon, o problema central foi a limitação de desempenho para disputar posições mais à frente. Ainda assim, ele conseguiu ganhar terreno sobre dois carros da Aston Martin e um da Haas, resultado que tratou como o teto possível para a equipe naquele cenário.
No outro lado da garagem, Sainz não chegou ao fim da prova por causa de danos no assoalho. Esse componente tem efeito direto sobre a performance do carro, e a avaria encerrou a corrida do piloto antes da bandeirada. “Foi uma forma decepcionante de terminar a primeira corrida aqui”, declarou.
Baku vira foco imediato para tentativa de resposta
Com o desempenho abaixo do esperado na Espanha, a Williams já trabalha com a expectativa de levar uma atualização para Baku. A referência partiu de Albon, que vê no próximo pacote técnico a oportunidade de tentar mudar o cenário visto na corrida mais recente.
A equipe, porém, sai da etapa espanhola sem esconder o tamanho do problema atual. O relato de Vowles sobre a ausência de ritmo se soma ao que Albon conseguiu extrair na pista e ao abandono causado por danos no assoalho, compondo um quadro em que a reação da Williams passa diretamente pela evolução do carro.
Baku aparece, por enquanto, como o ponto marcado pela equipe para essa tentativa de resposta, com Albon esperando a chegada da atualização depois de uma corrida em que a Williams ficou limitada à parte de trás do grid.