O volume de desenvolvimento coloca a Red Bull levemente à frente das rivais diretas nesse recorte: a McLaren recebeu 51 atualizações no mesmo período, e a Ferrari, 46. A principal frente de trabalho no RB22 foi o comportamento do carro em curvas, especialmente em situações de baixa velocidade.
Red Bull cita avanço em curvas lentas
Ao detalhar a evolução do modelo, Waché indicou que a equipe conseguiu progresso em uma área que vinha exigindo atenção ao longo da temporada. “Certamente melhoramos a situação nas curvas lentas”, disse o diretor técnico da Red Bull.
As intervenções feitas no RB22 buscaram atacar problemas de equilíbrio do carro nas curvas. Segundo o contexto das atualizações, esses avanços ficaram perceptíveis em trechos da temporada como Miami, Áustria e Baku, onde a equipe identificou sinais de melhora no comportamento do conjunto.
Esse histórico ajuda a explicar o tom adotado por Waché ao falar sobre a fase atual do carro. A avaliação interna é de que houve progresso real no pacote, mas não a ponto de considerar o trabalho encerrado.
Verstappen aprova a fase atual, sem tratar o carro como ideal
Waché também relatou como enxerga a percepção de Verstappen sobre o RB22 neste momento. “O Max agora está feliz com o carro, embora eu não ache que ele diria que ele é perfeito se você perguntasse”, afirmou.
A observação do dirigente mantém a leitura de que a Red Bull conseguiu reduzir parte das limitações do projeto sem eliminar completamente as queixas sobre o acerto ideal do carro. A própria equipe ainda trabalha com a perspectiva de novas mudanças no modelo.
Waché disse que a Red Bull não considera esgotado o potencial de desenvolvimento do RB22: “Ainda temos bastante margem para fazer outras melhorias.”