A corrida no Circuito das Américas teve Verstappen em uma estratégia mais agressiva, com a primeira parada antecipada e uma abordagem diferente da adotada pela Mercedes. Na volta 30, porém, o piloto avisou a equipe sobre um problema no carro. “Havia um problema no monoposto”, disse Verstappen pelo rádio.
Além da questão técnica, o piloto afirmou que também não conseguia se comunicar corretamente com a equipe. “Não conseguia ouvir corretamente as mensagens de meu engenheiro”, relatou. A natureza exata do problema no carro não foi detalhada pela Red Bull.
Paradas lentas e perda de posições mudaram a corrida
Depois do aviso sobre o problema, a Red Bull chamou Verstappen para a segunda parada. O pit stop foi lento, e ele voltou à pista apenas em quinto lugar. A primeira parada também já havia sido mais demorada do que o normal, comprometendo a tentativa de se manter na briga direta pela vitória.
Enquanto Verstappen perdia posições, Kimi Antonelli retomou a liderança após sua própria parada e aparecia em primeiro na volta 34. Charles Leclerc também ultrapassou Verstappen na disputa pela segunda colocação.
Verstappen reclama do ritmo e da estratégia de pneus
Após a prova, Verstappen criticou o desempenho geral do carro, a escolha dos pneus e a execução da corrida pela equipe. A Red Bull havia separado dois jogos novos de pneus macios para o piloto, mas o plano não entregou o resultado esperado.
“Eu acho que nosso ritmo geral não foi bom o suficiente”, afirmou Verstappen. Sobre a estratégia, acrescentou: “É algo que precisamos entender, porque nas últimas corridas sempre funcionou bem para nós.”
Verstappen ainda disse que o safety car virtual no fim foi importante para assegurar o lugar no pódio. “Talvez tenhamos tido um pouco de sorte com o safety car virtual no final”, declarou o piloto da Red Bull.
































