Ao ser questionado sobre a declaração, Verstappen não endossou a leitura do francês e evitou transformar o tema em debate entre pilotos. “Ele falou isso, tudo bem, deixa ele falar”, afirmou. Em seguida, reclamou da repercussão dada a esse tipo de comentário: “Não precisa ficar levando isso o tempo todo para outros pilotos.”
Verstappen evita comparação técnica entre RB22 e Ferrari
Além de rebater a observação de Hadjar, Verstappen deixou claro que não pretende medir o potencial do carro da Ferrari a partir de fora. “É impossível para mim saber ou dizer quão bom é uma Ferrari”, disse o piloto da Red Bull, sem entrar em comparação direta entre o RB22 e o modelo da rival.
A fala de Hadjar partia justamente da avaliação de que o RB22 não era o carro mais rápido do grid naquele momento. Mesmo com essa leitura, a Red Bull havia levado uma atualização no Azerbaijão, mudança que ajudou a melhorar o desempenho do carro.
Resultado em Singapura virou centro da discussão
O comentário de Hadjar surgiu depois do desempenho de Verstappen em Singapura, onde o piloto garantiu a pole position tanto para a corrida Sprint quanto para o GP. Na prova principal, ele venceu Leclerc por 7,3 segundos, resultado que alimentou a comparação feita pelo piloto.
Hadjar, porém, viveu um fim de semana diferente. Segundo o próprio contexto do desempenho citado, ele teve problemas mecânicos e técnicos em Singapura, situação que limitou sua participação e tirou força de qualquer paralelo direto entre os carros a partir do que aconteceu na pista.
Verstappen manteve a resposta centrada nesse ponto: preferiu não validar hipóteses sobre o que aconteceria se estivesse em outro carro e não avançou em qualquer avaliação técnica sobre a Ferrari.