A avaliação do piloto está ligada a uma característica central desta etapa: Monza terá um fim de semana especialmente exigente em termos de gerenciamento de energia. As velocidades máximas previstas também devem ser consideravelmente mais baixas do que em anos anteriores, em um contexto em que as limitações de recuperação e uso de energia ganharam peso ainda maior.
Limite de recuperação pressiona equipes em trechos de aceleração contínua
O ponto técnico mais citado para a etapa é o teto de apenas cinco megajoules para a recuperação de energia ao longo do fim de semana. Em uma pista marcada por longos períodos de aceleração contínua, isso aumenta a pressão sobre o acerto e sobre a forma como os pilotos distribuem a energia ao longo da volta.
Nesse tipo de traçado, o MGU-K pode se esgotar rapidamente em trechos de pé embaixo, o que torna o gerenciamento ainda mais sensível. Foi justamente esse tema que dominou as conversas em Monza, com equipes e pilotos tendo de lidar com um fim de semana em que a eficiência energética deve influenciar diretamente o comportamento dos carros.
Verstappen já havia usado Monza como exemplo em 2023 ao criticar as regulamentações atuais, e voltou a tratar do assunto agora. Sem detalhar quais medidas estão em curso, ele citou que há tentativas de ajuste por parte das autoridades: “Mudanças estão sendo feitas para tentar melhorar isso”.
Holandês diz que está recuperado após gripe e acidente em Zandvoort
Além da preocupação com o desafio técnico em Monza, Verstappen também comentou sua condição física depois da etapa anterior. O piloto teve gripe durante a corrida em Zandvoort, mas chega recuperado para o fim de semana do GP da Itália.
Ao falar sobre as consequências do acidente na prova passada, Verstappen afirmou que não sentiu problemas em relação à batida: “Eu me senti bem em relação ao impacto”.