Ao comentar a corrida, Verstappen resumiu a sensação que teve no tráfego e nas brigas diretas por posição. “Não é nada divertido quando os outros simplesmente passam por você como se você fosse uma tartaruga”, afirmou.
Mercedes apareceu com mais velocidade nas ultrapassagens
Na avaliação de Verstappen, a diferença mais clara apareceu justamente quando os rivais se aproximavam para atacar. Ele citou que as Mercedes conseguiam fazer as ultrapassagens com mais velocidade, o que reduzia sua margem de reação ao longo da prova.
Os nomes de Kimi Antonelli e George Russell apareceram no relato do piloto ao tratar desse cenário. A observação de Verstappen indica que o problema não esteve em um momento isolado da corrida, mas em uma característica que se repetiu nas disputas em pista.
Mesmo com essa limitação, o piloto da Red Bull conseguiu transformar a quinta posição no grid em um lugar no pódio. O terceiro lugar veio em uma corrida na qual, segundo o próprio Verstappen, houve momentos em que os adversários tinham vantagem clara nas retas.
Frenagens viraram ponto de apoio para sustentar o resultado
Se a perda de velocidade em comparação com os rivais pesou nas ultrapassagens, Verstappen apontou um aspecto do carro que ajudou a compensar a situação em Monza. “O carro é bom nas frenagens, então isso ajuda”, disse.
A referência às zonas de frenagem ajuda a explicar como ele conseguiu se manter competitivo apesar da dificuldade para se defender quando era atacado em velocidade mais alta. Em um traçado em que esse tipo de disputa tem grande peso, Verstappen destacou esse comportamento do carro como um dos fatores que lhe deram confiança durante a prova.
O resultado final colocou Verstappen em terceiro no GP da Itália realizado em 6 de setembro de 2026, depois de uma corrida em que ele precisou administrar a pressão dos carros da Mercedes e buscar apoio no desempenho da Red Bull nas frenagens.