Vasseur disse que esse modelo já está formalizado. “Isso está claro e está no contrato”, afirmou o chefe da Ferrari ao comentar a forma como a equipe administra a convivência esportiva entre Leclerc e Hamilton.
Ferrari mantém política de igualdade entre os dois lados da garagem
Mesmo com o incidente na corrida reacendendo o debate sobre ordens de equipe, Vasseur indicou que a Ferrari continuará sem uma hierarquia fixa. Segundo ele, a opção da equipe é trabalhar com dois nomes em condição de disputar resultados fortes, em vez de definir previamente quem terá prioridade.
“Nossa escolha foi não ter um número 1, e sim dois pilotos capazes de vencer”, disse Vasseur. A declaração veio em meio às discussões provocadas pelo contato entre Leclerc e Hamilton, episódio que aumentou a pressão sobre a forma como a Ferrari conduz a disputa interna.
Além da política esportiva, Vasseur apontou qual é o princípio que sustenta essa convivência dentro da equipe. “O ponto fundamental é o respeito”, afirmou.
Debate sobre ordens de equipe ganhou força com comparação à McLaren
A discussão em torno da Ferrari também passou por comparações com a McLaren, citada no debate sobre diferentes formas de gerenciamento entre companheiros. Em Monza, Oscar Piastri tinha 30 pontos de vantagem sobre Lando Norris, cenário que serviu de referência nas conversas sobre quando uma equipe deve, ou não, estabelecer prioridades entre seus pilotos.
No caso da Ferrari, Vasseur defendeu que ter dois pilotos competitivos faz parte da estratégia escolhida pela equipe. A posição do dirigente foi de manter essa linha mesmo depois do abandono de Leclerc na etapa e da repercussão criada pelo choque com Hamilton.
A fala de Vasseur indica que a Ferrari pretende seguir avaliando cada fim de semana sem transformar Leclerc ou Hamilton em primeiro piloto fixo, mantendo a diretriz de igualdade que, segundo ele, já estava definida previamente entre equipe e pilotos.
































