Ex-chefe da Alpine, Szafnauer foi direto ao comentar o cenário. “Tsolov precisa ser colocado em outro lugar”, afirmou. Na visão dele, uma equipe como a Haas poderia ser um caminho para o piloto, sem exigir a saída de Lawson da estrutura atual da Red Bull.
O debate ganhou espaço porque Tsolov vem sendo tratado como o principal nome da academia da Red Bull, enquanto Lawson atravessa uma fase competitiva consistente. O neozelandês ocupa a nona posição no Mundial de Pilotos e, nas corridas mais recentes, somou mais pontos do que Oscar Piastri. Dentro do grupo Red Bull, apenas Max Verstappen tem resultados melhores do que os de Lawson.
Momento de Lawson pesa contra troca na Racing Bulls
Para Szafnauer, esse desempenho torna difícil justificar uma mudança direta na Racing Bulls. “Substituir Lawson seria um movimento bizarro”, disse o dirigente, ao avaliar a possibilidade de o atual piloto perder espaço para a chegada de Tsolov.
O argumento se apoia no que Lawson tem entregue na pista nas últimas etapas e também na posição que ocupa no campeonato. Em um cenário de avaliação interna de pilotos, a combinação entre pontuação recente e nono lugar no Mundial fortalece a permanência dele no grid da equipe satélite da Red Bull.
Rumores sobre Tsolov seguem sem confirmação
A possibilidade de Tsolov subir ao grid em 2027 ainda está no campo das especulações. Jake Humphrey, apresentador do podcast High Performance Racing, citou esse movimento ao abrir a discussão: “Há rumores constantes sobre Nikola Tsolov saindo da F2”.
Até aqui, porém, não há confirmação de que Tsolov vá assumir um carro da Racing Bulls. A proposta de Szafnauer parte justamente dessa incerteza: se a Red Bull quiser colocar seu júnior mais bem avaliado na Fórmula 1 sem abrir mão do momento de Lawson, a saída seria negociar espaço em outra equipe, e a Haas foi o exemplo citado por ele.