O traçado usado na estreia tem 4,5 km e 22 curvas, características que entraram no debate depois da prova. O número reduzido de ultrapassagens virou um dos principais pontos de questionamento sobre o desenho do circuito, enquanto a organização já trabalha com mudanças previstas para 2027.
Steiner evita defender a corrida e foca na estrutura
Ao comentar a repercussão da prova, Steiner fez questão de limitar sua avaliação. “Não estou tentando defender Madri pelo que aconteceu na pista”, afirmou. A observação coloca a discussão sobre o circuito em dois planos distintos: de um lado, o comportamento do traçado durante a corrida; de outro, a infraestrutura entregue para a Fórmula 1.
As críticas surgiram justamente na primeira edição realizada em Madri, num fim de semana em que o desenho da pista passou a ser escrutinado pelo que produziu em termos de disputa. Com 22 curvas distribuídas em 4,5 km, o traçado teve uma corrida de poucas trocas de posição na frente e no meio do pelotão.
Hungaroring entra na comparação como exemplo de evolução
Steiner citou o Hungaroring como referência positiva ao falar sobre a capacidade de um circuito evoluir com o tempo. “A Hungria fez um ótimo trabalho”, disse, ao mencionar a reforma do autódromo.
A comparação aparece no momento em que Madri já tem alterações programadas para 2027. Ou seja, o layout da estreia não deve permanecer igual nas próximas edições, o que abre espaço para ajustes depois das críticas recebidas logo na primeira corrida. Barcelona também aparece no contexto da discussão sobre o futuro da etapa espanhola no calendário.
































