Na avaliação mais direta sobre a própria corrida, o piloto da Mercedes resumiu: “Foram seis voltas boas e 50 ruins”. Ele também apontou que o problema apareceu cedo: “O ritmo não foi bom no primeiro stint”.
Diferença entre os carros da Mercedes marcou a corrida
Enquanto Russell viveu uma tarde discreta, Antonelli venceu a prova e ampliou para 123 pontos a vantagem sobre o companheiro de equipe. Toto Wolff, dirigente da Mercedes, elogiou o desempenho do vencedor ao afirmar: “A vitória do Antonelli em Austin foi a melhor dele”.
A corrida teve uso dos três compostos de pneus, e a Mercedes manteve a estratégia planejada de uma parada. Mesmo com esse cenário, Russell não encontrou ritmo para acompanhar a dianteira do pelotão. O W17 foi descrito no contexto da análise da corrida como um carro de janela de desempenho estreita, fator citado no pano de fundo da dificuldade para repetir o rendimento do outro lado da garagem.
Russell quer analisar os dados antes de apontar a causa
Após a bandeirada, Russell evitou indicar um motivo específico para a diferença de performance. “Não tenho as respostas agora”, disse o piloto da Mercedes, afirmando que ainda precisa olhar os dados da corrida com mais calma.
O resultado também teve efeito direto no campeonato. Com a vitória de Antonelli e o oitavo lugar de Russell, a disputa interna ficou ainda mais difícil para o britânico. Para seguir com chances, ele precisa vencer a próxima etapa, enquanto Antonelli passa a depender de um nono lugar para confirmar o título.
Mesmo com o prejuízo na disputa com o companheiro, Russell indicou qual é sua prioridade neste momento: “Para mim, desde que a gente vença o campeonato de construtores, isso é o principal”. A próxima etapa será o GP da Cidade do México.
































