“Acho que eu gostaria de ter ficado, né?”, disse Ricciardo ao relembrar a saída. Em outro momento, resumiu o sentimento de forma direta: “Se quiser chamar de arrependimento ou curiosidade, então eu vou dizer que sim.”
Saída da Red Bull aconteceu após oferta curta de renovação
Ricciardo chegou à equipe principal da Red Bull depois de dois anos na Toro Rosso e superou Sebastian Vettel quando o então campeão ainda estava no time. Mesmo assim, decidiu sair depois da temporada de 2018, quando recebeu uma proposta de extensão de contrato de apenas um ano para 2019.
Segundo o próprio piloto, a decisão foi “maluca”. Entre os fatores citados no contexto da saída estavam a falta de confiabilidade dos motores Renault usados pela Red Bull naquele período e o desgaste na convivência esportiva com Verstappen, promovido à equipe na quinta etapa de 2016.
Resultados longe da Red Bull ficaram abaixo do que ele viveu antes
Depois da mudança, Ricciardo correu pela Renault por duas temporadas e depois se transferiu para a McLaren. Nos quatro anos em que ficou longe da Red Bull, conquistou apenas uma vitória.
Em 2023, voltou ao grupo Red Bull como piloto reserva e depois assumiu um carro da AlphaTauri no meio da temporada, substituindo Nyck de Vries. Já em sua última temporada completa, somou três chegadas no top 10 em 18 largadas antes de perder o assento após o GP de Singapura de 2024.
Ricciardo também chamou demissão de “boa coisa” após saída da F1
Ao falar sobre o fim de sua passagem recente pelo grupo Red Bull, Ricciardo disse que, apesar do impacto emocional, a demissão acabou tendo efeito positivo. “Sou grato por eles terem tomado essa decisão”, afirmou.
O australiano também relatou como viveu o período após deixar o grid. “Eu me sinto um fracasso, honestamente”, disse. Na despedida de sua carreira, ele ainda registrou a volta mais rápida da corrida em Singapura, a 17ª e última de sua trajetória na Fórmula 1.
































