O traçado de rua impõe um acerto delicado para as equipes, e Verstappen destacou justamente esse equilíbrio como um dos pontos centrais do fim de semana. “A pista combina longas retas, exigindo boa eficiência, com a necessidade de downforce”, afirmou o piloto da Red Bull.
Além da reta longa, o circuito também mistura trechos de baixa velocidade e exige precisão nas áreas mais travadas. Verstappen classificou a pista como “um circuito de rua técnico e desafiador, mas empolgante de pilotar”.
Baku volta a cobrar compromisso entre velocidade e carga aerodinâmica
A combinação de retas extensas com curvas fechadas faz de Baku um circuito em que o desempenho do carro precisa ser maximizado em características diferentes dentro da mesma volta. A avaliação da Red Bull para a etapa passa por esse compromisso entre eficiência aerodinâmica e nível de downforce.
O retrospecto recente de Verstappen no circuito é forte. Em 2025, ele largou da pole e liderou todas as 51 voltas da prova em Baku.
Hadjar retorna após perder três corridas
O outro destaque da equipe para a etapa é a volta de Hadjar. O piloto não competia desde a fratura no punho que o afastou de três rodadas do campeonato.
“Estou muito animado para voltar ao meu carro”, disse Hadjar. Na avaliação do piloto, o retorno já acontece em uma pista que cobra atenção máxima desde os primeiros trabalhos do fim de semana. “Baku é um circuito único, que exige concentração total desde o início do fim de semana.”
A condição física de Hadjar é um dos pontos de atenção da Red Bull para a etapa, já que sua recuperação acontece depois de um período fora das pistas por causa da lesão no punho.