Entre as alternativas que existiram no mercado de Leclerc estavam Mercedes, Red Bull e McLaren. A Aston Martin também procurou o piloto no fim do ano passado, em um período de questões internas. Mesmo com essas opções, Leclerc optou por seguir na Ferrari em um vínculo de longo prazo.
Mercado tinha portas abertas, mas cenário variava entre as equipes
No começo de 2024, Mercedes e McLaren estavam satisfeitas com suas formações de pilotos, o que ajuda a explicar por que essas possibilidades não avançaram até uma troca imediata. A Red Bull também surgiu entre as equipes ligadas ao nome de Leclerc antes da renovação, embora os detalhes dessas oportunidades não tenham sido divulgados.
A abordagem da Aston Martin aconteceu mais tarde, no fim do ano passado, quando a equipe atravessava problemas internos. Esse contato colocou mais um nome relevante entre as opções discutidas no entorno de Leclerc antes da definição por continuar na Ferrari.
O processo foi acompanhado por Nicolas Todt, empresário do piloto e filho do ex-presidente da FIA Jean Todt. Ele esteve ao lado de Leclerc durante as conversas que antecederam a assinatura do novo compromisso com a Ferrari.
Leclerc apontou objetivo pessoal e peso de Vasseur na escolha
Ao explicar por que decidiu permanecer, Leclerc citou diretamente sua meta esportiva. “Eu não quero abrir mão do meu objetivo final, que é ser campeão mundial com a Ferrari”, afirmou.
O piloto também mencionou Fred Vasseur como um dos fatores centrais para a renovação. “O Fred é uma grande razão para eu ter assinado de novo também”, disse Leclerc. Em outra declaração, ele resumiu o motivo da permanência pela confiança no trabalho interno da equipe: “Eu acredito no projeto. Acredito em cada pessoa da equipe.”
A cláusula de saída em 2026 mantém aberta uma possibilidade contratual no mesmo momento em que a Fórmula 1 terá novo contexto técnico, ponto considerado no acordo firmado entre Leclerc e Ferrari.