Ao lembrar o momento da proposta, Câmara disse que sua reação inicial foi de incredulidade. “A primeira coisa que eu disse foi: ‘Você tem certeza?’”, afirmou o novo piloto da Haas, ao relatar como respondeu quando soube da oferta para subir à Fórmula 1.
Brasileiro diz que caminho até a vaga exigiu sacrifícios dos pais
Câmara também associou a chegada à categoria principal ao suporte recebido em casa ao longo da carreira. Sem detalhar episódios específicos, ele destacou o peso do esforço familiar na trajetória até o acerto com a Haas. “Houve muitos sacrifícios da parte deles”, disse, ao falar dos pais.
O piloto contou ainda que o interesse pelo automobilismo começou cedo. Segundo Câmara, ele passou a gostar de corridas aos seis anos, e o envolvimento aumentou com o passar do tempo. “Acabou virando algo um pouco mais sério”, afirmou.
Ligação com as pistas vem da família materna
A relação de Câmara com o automobilismo também aparece na história da família. A avó materna do piloto, Niége Rossiter, foi piloto de carros DKW, um antecedente que faz parte do ambiente em que ele cresceu antes de iniciar sua própria trajetória nas pistas.
A confirmação do brasileiro completa a formação da Haas para 2027 com dois nomes já definidos. Câmara chega à Fórmula 1 na condição de líder da Fórmula 2, enquanto Bearman será o piloto ao seu lado na equipe sob contrato também já anunciado.