“Sempre deixei claro que escolheríamos o piloto mais rápido”, disse Komatsu. Ao falar diretamente sobre Câmara, o dirigente resumiu: “Ele foi o mais rápido, essa é uma resposta muito simples.”
Teste comparou Câmara com outros nomes observados pela Haas
A Haas realizou um programa de Teste de Pilotos com Carros Anteriores para avaliar candidatos. Entre os pilotos observados estavam Rafa Câmara, Leonardo Fornaroli, Ryo Hirakawa e Jack Doohan.
De acordo com Komatsu, a análise não ficou restrita ao tempo de volta. A equipe levou em conta também a adaptabilidade do piloto em condições de pista variáveis, um ponto em que Câmara chamou atenção durante o trabalho de pista.
“A sensibilidade que ele tem ficou muito, muito clara no teste”, afirmou o chefe da Haas. Komatsu acrescentou ainda que essa característica é difícil de desenvolver depois: “Isso é algo que você não consegue ensinar.”
Apoio financeiro e ligação com a Ferrari não pesaram, diz chefe da equipe
Komatsu também rejeitou a ideia de que a escolha tenha passado por questões financeiras. Segundo ele, todos os pilotos avaliados pela Haas tinham algum tipo de apoio, e esse fator não decidiu a preferência por Câmara.
O dirigente disse ainda que a boa relação da Haas com a Ferrari não interferiu na definição pelo brasileiro. Câmara faz parte da Ferrari Driver Academy, mas Komatsu indicou que esse vínculo não alterou o processo interno de avaliação da equipe.
Além do que apresentou nos testes, Câmara também vinha de atuações que chamaram atenção em Mônaco e Montreal na Fórmula 2, resultados que ajudaram a colocá-lo no radar da Haas durante o processo de observação para 2027.