Pelos cálculos da fornecedora, a estratégia mais rápida é Médio-Duro-Duro. Nesse plano, a primeira parada ideal aparece entre as voltas 12 e 18, e a segunda entre as voltas 32 e 38. Dario Marrafuschi, diretor de automobilismo da Pirelli, afirmou que “parte do grid deve largar de médios e fazer dois stints com os duros”.
Duas paradas têm mais de um caminho viável
A projeção da Pirelli não se limita ao uso do médio na largada. Outra alternativa competitiva é Macio-Duro-Duro, com a primeira troca prevista entre 10 e 16 voltas. Há ainda a possibilidade de usar os três compostos em uma estratégia de duas paradas, com a sequência Macio-Duro-Médio.
Nesse caso, as janelas estimadas são entre as voltas 11 e 17 para a primeira parada e entre 34 e 40 para a segunda. Marrafuschi resumiu o cenário esperado dizendo que “parte deve usar os três compostos em duas paradas, e parte pode ir para três”.
A variedade de caminhos, porém, não depende só do ritmo de corrida. Nem todos os pilotos têm dois jogos de pneus duros disponíveis, e isso pode alterar as escolhas entre os principais nomes do grid e também no restante do pelotão.
Três paradas entram na conta por causa do desgaste
A Pirelli também considera possível uma corrida de três paradas em bandeira verde. A opção mais rápida nesse formato é Macio-Duro-Duro-Médio, com trocas previstas entre as voltas 7 e 13, 24 e 30, e 41 e 47.
O tempo perdido em cada parada ajuda a manter esse cenário viável. Segundo a projeção para Sepang, o custo de um pit stop em bandeira verde é de cerca de 23s7, número que mantém aberta a chance de equipes aceitarem uma visita extra aos boxes em troca de stints mais curtos e pneus em condição melhor no fim de cada trecho.
































