Ao falar sobre Herta, Pérez elogiou o trabalho do piloto, mas ponderou que o cenário atual ainda limita uma avaliação mais completa. “Acho que ele está fazendo um bom trabalho”, afirmou. Herta tem participado do programa da Cadillac e contribuído com informações, mas sua quilometragem em fins de semana de corrida ainda é restrita.
Treino Livre 1 no México faz parte da busca por Superlicença
Herta fará mais uma sessão de Treino Livre 1 no GP do México como parte do processo para obter a Superlicença da FIA. Para Pérez, esse tipo de participação ajuda, mas não resolve por completo a análise de desempenho de um candidato a titular.
“Fazer só Treino Livre 1 é muito difícil para mostrar sua velocidade”, disse Pérez. A observação trata diretamente de uma das limitações do processo atual: com presença restrita nos treinos, o piloto tem menos tempo de pista para demonstrar ritmo, adaptação e constância em comparação com um programa mais completo.
Mesmo assim, Herta segue envolvido no trabalho da Cadillac e, segundo Pérez, tem colaborado com informações importantes. A combinação entre essa contribuição técnica e a necessidade de completar o caminho da Superlicença mantém o nome do piloto no centro da disputa pela vaga.
Budkowski terá a palavra final na definição do segundo carro
Pérez também deixou claro que não pretende se colocar como fator de desempate na escolha interna da Cadillac. “Cabe a Marcin Budkowski decidir quem eles querem no carro”, afirmou, ao apontar a direção da equipe como responsável pela definição do companheiro para 2027.
A discussão sobre a formação de pilotos acontece junto com a aceleração do próprio projeto da Cadillac. Pérez afirmou que a equipe está em uma fase de evolução intensa. “Estamos em um período em que precisamos evoluir extremamente rápido”, declarou.
De acordo com Pérez, os próximos três ou quatro meses serão cruciais para a preparação da Cadillac para 2027, o que coloca a definição do segundo titular dentro de uma janela importante de desenvolvimento da equipe.