“Não tenho capacidade para saber se as características são algo exclusivo do time britânico”, disse Norris. Em outra resposta sobre o mesmo tema, ele resumiu a dificuldade de leitura: “É difícil saber se isso é algo específico da McLaren.”
A avaliação surge em meio a um cenário em que a McLaren tem mostrado dificuldades nas curvas de baixa, mas se destaca nos trechos de alta. Norris, campeão da Fórmula 1 em 2025, tratou o tema a partir da própria adaptação ao carro e das mudanças percebidas de uma temporada para outra.
Diferenças em relação a 2025 entram na análise do piloto
Norris afirmou que o carro deste ano mudou de forma clara em relação ao anterior. “Certamente acho que o carro deste ano é muito diferente do ano passado”, afirmou o piloto da McLaren.
Segundo ele, a leitura dessas diferenças não passa apenas pelo chassi ou pela forma como o carro reage nas curvas. O britânico também citou alterações nos pneus como parte importante desse processo de adaptação, o que interfere na maneira como o comportamento do carro é sentido ao longo do fim de semana.
Pneus também ajudam a explicar a sensação diferente no carro
Ao detalhar esse ponto, Norris disse que os compostos atuais têm características diferentes das temporadas anteriores. “Os pneus também são obviamente muito diferentes: menores, trabalham em temperaturas mais baixas”, afirmou.
Desde 2019, Norris teve Carlos Sainz e Daniel Ricciardo como companheiros de equipe, mas indicou que essa vivência não é suficiente, por si só, para determinar se os traços percebidos no carro da McLaren são particulares da equipe ou se fazem parte de um comportamento mais amplo dos carros e pneus da Fórmula 1 atual.