A prova de Norris também teve um momento importante na estratégia. A McLaren fez um pit stop lento na volta 14, logo depois de um safety car virtual, em uma fase que influenciou a disputa nas primeiras posições. No fim, o britânico não conseguiu converter a pole em vitória e terminou em terceiro.
Norris aponta curvas 18 e 19 como alvo de mudanças
Ao falar sobre o circuito após a corrida, Norris foi específico ao indicar quais trechos deveriam ser revistos. “Eles deveriam tirar as curvas 18 e 19. Não servem para nada”, disse o piloto da McLaren.
A avaliação do piloto foi de que o Madring tem características positivas para desempenho em volta rápida, mas o traçado atual limita as disputas roda a roda. Essa combinação apareceu no resultado do fim de semana: Norris foi o mais rápido para largar na frente, mas não sustentou a liderança até a bandeirada.
Pista agradou em volta rápida, mas não na corrida
As críticas de Norris não significaram uma rejeição completa ao circuito. Segundo sua análise, o Madring tem potencial, desde que passe por ajustes no desenho. “Estou animado para voltar aqui no ano que vem se eles conseguirem fazer essas mudanças”, afirmou.
O comentário liga dois pontos do fim de semana no GP da Espanha: a pista funcionou bem em ritmo de classificação, mas deixou a desejar em condições de corrida. Norris centrou a crítica justamente nesse contraste, ao defender alterações que aumentem as chances de ultrapassagem sem descartar o potencial do circuito para o futuro.
A corrida terminou com Antonelli na vitória, enquanto Norris completou o pódio em terceiro depois de um domingo marcado pela pole desperdiçada, pelo pit stop lento após o safety car virtual e pela insatisfação com o traçado do Madring.
































