Depois de um 2025 sem pódios, o primeiro ano da carreira em que passou a temporada inteira fora do top 3, Hamilton reagiu com a mudança de regulamento de 2026. A principal vitória veio em junho, no GP da Espanha, encerrando um jejum que durava desde julho de 2024.
Além da vitória, Hamilton foi segundo colocado no Canadá e em Mônaco, e terminou em terceiro na China, na Grã-Bretanha e no Bahrein. A sequência levou o heptacampeão a 208 pódios na carreira desde sua estreia na categoria, em 2007.
Montoya critica fase de Hamilton e faz comparação com os anos 2000
Montoya, que vem criticando o desempenho de Hamilton na Fórmula 1, resumiu sua leitura sobre a longevidade dos veteranos ao dizer: “Hamilton pode competir aos 41 anos porque a F1 hoje é muito mais lenta”.
A observação foi feita em um debate sobre a diferença entre a categoria atual e a Fórmula 1 dos anos 2000. O comentário de Montoya também surge num momento em que outros pilotos experientes seguem ativos no grid.
Hamilton tem contrato até 2027; Alonso também seguirá no grid
Hamilton tem contrato com a Ferrari pelo menos até 2027. No mesmo debate sobre idade e rendimento, Fernando Alonso aparece como outra referência entre os veteranos: aos 45 anos, ele é o piloto mais velho do grid de 2026 e já confirmou que continuará na Aston Martin em 2027.
Alonso também obteve seu melhor resultado da temporada ao terminar em oitavo no GP da Malásia. Entre os números citados no cenário atual da categoria, Max Verstappen também alcançou uma marca relevante ao empatar com Michael Schumacher na segunda posição em número de pódios no GP do Bahrein.