A vantagem também é ampla dentro da própria Mercedes: Antonelli tem 123 pontos de frente sobre George Russell. Na Ferrari, Lewis Hamilton aparece em terceiro no Mundial de Pilotos, com 241 pontos, seguido por Max Verstappen, com 236, e Charles Leclerc, em quinto, com 233.
Mercedes chega com foco em administrar a vantagem
Com folga nos dois campeonatos, a Mercedes entra na etapa com uma diretriz mais conservadora. A equipe trabalha com a meta de “evitar incidentes, preservar o carro e garantir uma chegada entre os primeiros”.
Esse cenário ganha peso no Autódromo Hermanos Rodríguez, onde a altitude elevada altera as condições de aerodinâmica e refrigeração dos carros. A combinação costuma mexer com o acerto e pode influenciar diretamente a forma como as equipes administram risco ao longo do fim de semana.
Ferrari precisa de resultado forte para seguir na disputa
Do lado da Ferrari, a situação exige mais agressividade. A equipe soma 474 pontos no campeonato de Construtores e precisa descontar uma diferença considerável para manter a briga aberta nas rodadas finais.
A necessidade passa também pelo desempenho de seus pilotos. A avaliação interna é de que “Hamilton e Leclerc precisam conquistar resultados fortes para manter viva a disputa”. No campeonato de pilotos, os dois ainda aparecem próximos entre si, mas ambos estão atrás de Antonelli.
Características da pista podem mexer no fim de semana
Além da altitude, a longa reta principal do circuito mexicano oferece oportunidades de ultrapassagem e pode abrir espaço para estratégias diferentes entre Mercedes e Ferrari. Esse fator tende a influenciar tanto a configuração dos carros quanto a abordagem de corrida.
A competitividade, porém, ainda pode mudar ao longo do evento, especialmente com o andamento do Treino Livre 1, Treino Livre 2, Treino Livre 3 e da classificação. As estratégias para o fim de semana também podem envolver riscos maiores por causa das características específicas da pista.