“Temos algumas atualizações que vamos levar para Baku”, disse Stella.
A novidade chega em um momento de oscilação recente da equipe. Lando Norris venceu de forma consecutiva na Hungria e em Zandvoort, enquanto em Monza a McLaren perdeu por pouco o pódio. Segundo Stella, o resultado na etapa italiana não representou uma surpresa interna, porque aquele circuito já era visto como pouco favorável ao carro de 2026.
Condições de pista e arrasto pesam na avaliação da equipe
Na leitura da McLaren, o desempenho do MCL40 depende bastante das condições de pista e do nível de arrasto exigido por cada traçado. Esse contexto ajuda a explicar por que a equipe trata as mudanças para Baku com cautela, mesmo em meio a uma sequência em que ainda se vê capaz de disputar vitórias até o fim da temporada.
Stella também indicou que Baku, assim como Madri, está entre os circuitos que podem não casar tão bem com o pacote atual do carro. Por isso, a chegada de peças novas não altera a avaliação mais conservadora da equipe para essa parte do calendário.
McLaren vê pistas mais promissoras no fim da temporada
Ao falar sobre a reta final do campeonato, Stella indicou que a expectativa da McLaren é encontrar cenários melhores em outras etapas. Na avaliação do dirigente, o carro tende a se adaptar de forma mais competitiva a pistas como Malásia, Austin e Brasil.
“Acho que um fim de ano bom, sensato e realista é aquele em que, nas últimas nove ou 10 corridas…”, afirmou Stella ao tratar das metas da equipe para o restante da temporada.
Mesmo com a perspectiva de seguir na briga por vitórias, o chefe da McLaren evitou qualquer empolgação com a posição da equipe no campeonato. “Precisamos manter os pés no chão: não podemos nos deixar levar pela tabela”, afirmou.
A combinação entre vitórias recentes de Norris, a dificuldade prevista em Monza e a chegada de atualizações para Baku faz parte de uma reta final em que a McLaren ainda busca resultados fortes, mas admite que o comportamento do MCL40 deve continuar variando de acordo com o tipo de pista.