Fórmula 1

McLaren deixa H-wing de lado no GP da Espanha, enquanto Honda alerta para desafio técnico em La Monumental

A McLaren vai deixar de lado no GP da Espanha o conceito de asa traseira rotativa conhecido como H-wing e usar no carro a asa apresentada em Zandvoort, com endplates esculpidos. A peça estreou no GP da Hungria, voltou a ser testada em Zandvoort e também foi usada no GP da Itália, mas a equipe optou por não levá-la para esta etapa.

McLaren deixa H-wing de lado no GP da Espanha, enquanto Honda alerta para desafio técnico em La Monumental
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O sistema gira 180 graus entre o Corner Mode e o Straight Mode como solução de redução de arrasto. Mesmo fora desta corrida, o projeto não foi abandonado: a previsão é de retorno no circuito de rua de Baku no fim de setembro. A Racing Bulls também vai deixar estacionada em Madri a sua asa traseira rotativa.

McLaren mantém outra especificação de asa para a etapa

Para esta corrida, a McLaren escolheu a asa de Zandvoort como base. O H-wing seguirá, por enquanto, associado à configuração de baixa carga aerodinâmica da equipe, enquanto o desenvolvimento continua com foco em acelerar seu uso em Monza.

O nome H-wing faz referência ao “H” do logo da Etihad.

Honda vê ponto crítico do novo circuito para os motores de 2026

Além das escolhas aerodinâmicas, o novo traçado também levantou um alerta técnico. A Honda apontou que a curva inclinada La Monumental deve impor um desafio aos sistemas de lubrificação dos motores de 2026. A curva 12 é descrita como um longo trecho de 550 metros para a direita, com velocidade de entrada prevista em 300 km/h.

Shintaro Orihara, gerente-geral de pista e engenheiro-chefe da Honda, afirmou sobre a exigência da curva: “Isso é bastante desafiador e interessante.” Segundo ele, as equipes também devem monitorar as cargas aerodinâmicas ao longo de La Monumental.

Aston Martin adota cautela após teste conturbado da F3

O traçado teve um teste recente da F3 com 19 bandeiras vermelhas, sendo 11 por contato com as barreiras. Ainda assim, a Aston Martin evitou endossar a avaliação de James Vowles, da Williams, que chamou a pista de “killer track”.

Mike Krack, engenheiro-chefe de pista da Aston Martin, preferiu esperar a atividade de pista antes de um diagnóstico mais forte: “Vamos dar algumas voltas primeiro e depois ver como é essa pista.” Sobre a quantidade de informação extra repassada às equipes antes da etapa, ele resumiu: “Nada mais do que em outros eventos.”

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Redação F1 Racing Mania

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